quarta-feira, 18 de julho de 2012

Invadindo o Ensaio, com a banda, Primeiros Versos

Fotos do ensaio da Banda Primeiros Versos, mais uma que estará no Festival Agosto Pro Rock, os caras são da Cidade de Igarassu-PE....

terça-feira, 17 de julho de 2012

SEXTA FEIRA

NA PRÓXIMA SEXTA FEIRA ESTAREMOS DISPONIBILIZANDO TODO O CRONOGRAMA DE HORÁRIOS DO FESTIVAL AGOSTO PRO ROCK, O HORÁRIO PREVISTO DE CADA BANDA... COMEÇAMOS ÀS 10:00 DA MANHÃ E IREMOS ATÉ ÀS 02:00 DA MADRUGADA DO DOMINGO FECHANDO COM A BANDA RPM.

domingo, 15 de julho de 2012

INVADINDO O ENSAIO... COM A BANDA ORGANIC SONGS

A ORGANIZAÇÃO DO FESTIVAL AGOSTO PRO ROCK INVADIU O ENSAIO DA BANDA ORGANIC SONGS, UMA DAS ATRAÇÕES DO FESTIVAL SENDO ELA NO ESTILO, REGGAE, ATENTAMENTE ESCUTAMOS TRÊS BELAS MÚSICAS, E VIMOS QUE A RAPAZEADA ESTÁ PRONTA PARA MOSTRAR SEU TRABALHO, SEU SHOW, SUA MUSICALIDADE...SEGUE ALGUMAS FOTOS.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

DIA DO ROCK - 13 DE JULHO

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath. Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo. No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd tocou junto, depois de 20 anos de separação. Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.
LEMBRANDO QUE NOSSO DIA DO ROCK É 4 DE AGOSTO

quinta-feira, 5 de julho de 2012

O CONTRABAIXO...

O contrabaixo tem suas origens remotas na Baixa Idade Média, período compreendido entre o Cisma Greco-Oriental (1054) e a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos (1453). Descendente de uma família chamada "violas", que se dividia em dois grupos, violas de braço e violas de pernas, o contrabaixo é hoje o herdeiro maior e de som mais grave deste segundo grupo. Por volta de 1200, o nome gige era usado para destinar tanto a Rabeca, instrumento de origem árabe com formato parecido com o alaúde como a guitar-fiddle (uma espécie de violão com o formato semelhante a um violino). No Sacro Império Romano Germânico, quase todos os instrumentos eram chamados pelo nome de gige, havendo a gige pequena e a grande. A música executada neste período era bastante simples, as composições situavam-se dentro de um registro bastante limitado e no que tange à harmonia, as partes restringiam-se a duas ou três vezes. Era muito comum instrumentos e vozes dobrarem as partes em uníssono. Com o passar dos anos, o número de partes foi expandido para quatro. Aproximadamente na metade do séc. XV, começou-se a usar o registro do baixo, que até então era desconsiderado. Com esta nova tendência para os graves, os músicos precisavam de instrumentos especiais capazes de reproduzir ou fazer soar as partes graves. A solução encontrada pelos construtores de instrumentos, os luthiers, foi simplesmente reconstruir os instrumentos existentes, mas em escala maior. Ocorre, então, uma evolução técnica e artística de um instrumento em conjunto com a história da música. Assim, a evolução no número de partes da harmonia trouxe a necessidade de se criar outros instrumentos que desempenhassem satisfatoriamente aquela nova função. De qualquer modo, seu ancestral mais próximo foi o chamado violine, que no início do séc. XVII tornou-se o nome comumente designado à viola contrabaixo, mas apenas na metade do séc. XVII o nome do contrabaixo separou-se do violine. E começou a ter vida própria. Entretanto, até a metade do séc. XVIII o instrumento não era utilizado em larga escala, tanto que em 1730 a orquestra de J. S. Bach não contava com nenhum contrabaixo. Ainda faltava um longo caminho para a popularização. Com o desenvolvimento da música popular no final do séc. XIX, principalmente no que diz respeito ao jazz, inicia-se assim a introdução do contrabaixo com uma inovação: ele não era tocado com arco... apenas com os dedos a fim de que tivesse uma marcação mais acentuada. O jazz se populariza e durante toda a primeira metade do séc. XX, o baixo só pode ser imaginado como uma imenso instrumento oco de madeira usado para bases de intermináveis solos de sax, se bem que era usado também no princípio do blues e do mambo (estou falando de antes da 2º Guerra Mundial). Assim foi até que em 1951, um norte-americano chamado Leo Fender cria um baixo tão elétrico quanto a guitarra elétrica que também criou. O primeiro modelo foi denominado Fender Precision, e o nome não era casualidade: frente aos tradicionais contrabaixos, com o braço totalmente liso, o novo instrumento incorporava trastes, assim como suas guitarras. Parece uma bobagem, mas o detalhe dos trastes faz com que a afinação do baixo seja muito mais precisa, eis aí a origem do nome. Mas a revolução fundamental que representa o baixo elétrico frente ao contrabaixo é a amplificação do som. Se a solução antigamente havia sido aumentar a caixa de ressonância, transformando o violino em um instrumento imenso e com cordas muito mais grossas, desta vez a solução foi inserir uma pastilha eletromagnética no corpo do instrumento para que o som fosse captado. Além do mais, a redução do tamanho do instrumento permitiu aos baixistas transporta-lo com mais comodidade, e poder viajar no mesmo ônibus dos outros músicos portando seu próprio instrumento. Mas nem tudo seria apenas vantagem, sobretudo para aqueles que tocavam baixo, mas não eram realmente "baixistas". Até então, o contrabaixo era o instrumento que todos acreditavam serem capazes de tocar, principalmente porque não se ouvia, de modo que muitos mais representavam em palco do que realmente tocar o baixo. A amplificação trouxe à tona quais eram os verdadeiros baixistas. Deve-se dizer que antes de 1951, na década de 1930, houve arriscadas e valentes tentativas de se fazer o mesmo, principalmente por parte de Rickenbacker. Mas se mencionei o Precision de 1951 como o primeiro baixo elétrico é porque é o primeiro que se pode considerar como tal, já que o anterior entraria na categoria de protótipos. Como é lógico, depois vieram outros modelos (como o Jazz Bass, também de Fender), as imitações, etc. Mas o significativo é que você pode comprar hoje em dia um Precision com quase as mesmas características que aquele, pois a maioria dos baixos atuais se baseiam em seu desenho. Os músicos de jazz e blues, a princípio, acharam a idéia interessante mas mantiveram-se em seu tradicionalismo. Somente muitos anos depois o baixo elétrico seria tão popular no jazz e no blues quanto o acústico. No caso do blues, ele surgiu assim que Muddy Waters introduziu a guitarra neste ritmo, ainda que seu baixista, o mitológico Willie Dixon usasse um acústico. No caso do jazz, o baixo elétrico só veio à tona com Miles Davis. Nos anos 60, o papel do baixista segue sendo, basicamente, o mesmo que nos anos 50: um suporte harmônico de fundo. A partir de 1967, o baixo elétrico começa a aparecer, fundamentalmente no rock'n roll. O melhor exemplo talvez seja o disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. Aqui já podemos começar a falar de linhas de baixo de temas pop, tal como os conhecemos atualmente. É prova disto o Festival de Woodstock em 1969. Os anos 70 apresentam a maturidade do baixo. Os produtores começam a prestar mais atenção no potencial do instrumento e o contrabaixo assume uma importância maior, como no surgimento da disco music. É fundamental também o surgimento do rock progressivo, o jazz fusion, o latin rock, o heavy metal, o punk, o reggae, o funk e a soul music. O baixo acústico se limita apenas aos setores mais tradicionais, como jazz, blues e ritmos tipicamente latinos, assim mesmo já rivalizando com o elétrico. E é claro, a popularização do fretless, o baixo elétrico sem trastes. O desenvolvimento da década de 80 apresenta a maturidade de alguns estilos musicais e o desaparecimento de outros. Percebe-se neste período que o baixo já não é imprescindível, e que pode facilmente ser trocado por um sintetizador. A massificação da dance music (pária da disco music) deixa de lado o contrabaixo, ainda que sua linha ainda esteja presente, mesmo que sintetizada. Mas isto não acontecia apenas com o baixo, mas também com a guitarra e a bateria, já que o sintetizador era o instrumento fetiche do início da década. Para felicidade nossa, esta tendência de trocar todos os instrumentos por um só foi passageira. E os grupos voltaram, sejam eles de rock ou jazz, tanto o baixo elétrico quanto o acústico estavam novamente no palco. Nem todos estavam concordando com a massificação dos sintetizadores, principalmente produtores mais atentos e a revista Bass Player. O jazz começava a abrir um campo especificamente voltado para o contrabaixo elétrico, e assim o instrumento se desenvolveu com uma rapidez imensa tornando-se hoje um dos mais importantes instrumentos musicais da música moderna.

Técnica vocal - Pequeno Exercício

O Pré-Aquecimento Vocal O que é pré-aquecimento vocal? É, como o nome já diz, um aquecimento prévio da voz ou simplesmente a preparação da voz para o seu uso por um tempo prolongado e intenso. Podemos aquecer nossa voz através de sons que irão "massagear" nossas pregas vocais (que são músculos) que como todo músculo precisam ser preparadas e aquecidas antes de serem utilizadas na sua plenitude. Lembrem-se que este pré aquecimento pode (e deve) ser feito não só pelos cantores mas também por todos os profissionais da voz, ou seja, todas as pessoas que trabalham falando. EXERCÍCIO 1: 1) Inspire (armazenando o ar na região abdominal, como vocês já aprenderam) até que a barriga esteja repleta de ar. 2) Agora solte o ar aos pouco utilizando o som: Prrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...... Observe que neste exercício a língua deve vibrar bastante!!!! Caso a sua língua não vibre e você esteja forçando para emitir este som, PARE! Pois estará fazendo da forma errada. Mas se você conseguiu emitir o som com a vibração constante da língua, repita este exercício todos os dias pelo menos durante 10 minutos. Se for cantar em uma apresentação ou videokê ou ensaiar com sua banda por muito tempo, pré-aqueça sua voz durante 20 minutos (no mínimo) antes de começar a cantar. Pode-se também utilizar outras consoantes que possibilitarão o mesmo efeito como, por exemplo, o som: Trrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr... Como se você fosse imitar o som do telefone ( TRRRRRIM!!!), mas lembrando de prolongar bastante os erres (RRRR...) até acabar o ar. EXERCÍCIO 2: Depois de já haver treinado bastante e já estar emitindo os sons PRRRR... e TRRRR... Sem falhas ou interrupções, vamos repetir o exercício anterior com uma diferença: No final de cada som iremos acrescentar as vogais A,E,I,O,U. Exemplo1: PrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÁ!!!! PrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÉ!!!! PrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÍ!!!! PrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÓ!!!! PrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÚ!!!! Exemplo2: TrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÁ!!!! TrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÉ!!!! TrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÍ!!!! TrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÓ!!!! TrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrÚ!!!! IMPORTANTE!!! Assim como nos exemplos acima, o som que você estiver produzindo para pré-aquecer, deverá estar no mesmo volume, intensidade e tom. = ***NÃO BRINQUE COM ESTE EXERCÍCIO FAZENDO SONS MUITO AGUDOS, MUITO GRAVES OU MISTURANDO OS DOIS TONS.*** Repita os exercício SEMPRE no seu tom natural. Como fazer para identificar o seu tom natural? É simples, o seu tom natural é aquele que você emite sem "forçar a garganta", é um som natural que sai sem esforço nenhum, como se você estivesse falando. Se você não conseguiu fazer estes exercícios até acabar o ar armazenado (sem utilizar o ar de reserva, certo???), ou seja, você começou bem mas no meio do exercício o som falhou, Pare! Respire fundo por 3 vezes, relaxe um pouco e só então recomece. É muito comum, no início, não conseguirmos emitir estes sons até o final, pois trata-se de sons que nós não estamos habituados a produzir, mas com o treino diário, fica cada vez mais fácil, acreditem!!!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

História da Bateria

O Princípio Os estudiosos consideram que a voz foi o primeiro instrumento musical surgido. Seguindo esse raciocínio poderemos considerar os instrumentos percussivos, os primeiros instrumentos criados pela humanidade, uma vez que, batendo seus bastões ou os próprios pés no chão ou em pedras e madeiras, os homens da Antigüidade já marcavam o ritmo para as danças e cerimônias religiosas e até se comunicavam por esse meio. Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco (furado). Estes troncos eram cobertos nas bordas com a pele de algum réptil ou couro de peixe e eram percutidos com as mãos. Os tambores mais antigos descobertos em escavações arqueológicas pertencem ao período Neolítico. Um tambor encontrado numa escavação da Moravia foi datado de 6000 anos antes de Cristo. Na Mesopotâmia foram encontrados pequenos tambores (tocados tanto verticalmente quanto horizontalmente) datados de 3000 anos antes de Cristo. Tambores com peles esticadas foram descobertos dentre os artefatos Egípcios, de 4000 anos antes de Cristo. A diversidade de instrumentos percussivos é quase incontável: são bongôs, tímpanos, tamborins, pandeiros, congas, entre outros. No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. Mas com a invenção do pedal todas essas pessoas se tornaram desnecessárias. O primeiro pedal prático foi inventado em 1910 por, Willian F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje. Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apoiá-las ou dependurava nos ombros com uso de correias. Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria ? ou “trap set” como foi chamada inicialmente. Hoje, em evolução constante, a bateria recebe cada vez mais atenção de fábricas e engenheiros, que pesquisam junto aos bateristas para desenvolver o melhor modelo de cascos, baquetas, ferragens e pratos. As inúmeras fábricas crescem a cada dia no mundo e no Brasil e nós como admiradores desse instrumento devemos estar atualizados com essa evolução, buscando a cada dia conhecer mais o instrumento. Constituição Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos, indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas. A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, (pads) eletrônicos devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos. Alguns bateristas, tais como Neil Peart, Mike Portnoy ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como roton-tons, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execução rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo. Hoje em dia, o aparecimento de novas técnicas e maneiras de encarar o instrumento, permite com que ele continue em evolução e exija cada vez mais dedicação por parte de seus praticantes.

OFICIAL - CONTAGEM REGRESSIVA - 1 MÊS

sábado, 30 de junho de 2012

O de sempre... por isso se fala tanto em União

Esta semana ficamos sabendo de uma pessoa aqui na cidade de São Lourenço da Mata, uma pessoa pública, que falou o seguinte: "Não vejo motivo para termos aqui na cidade este Festival, vai ser muito barulho", disse este esta pessoa. Bem, primeiro, sabendo que esta pessoa não vai ter "voto" desta turma, segundo, o estilo não tem nada a ver com o que esta pessoa gosta, e é preciso dizer a ele que ele é menor do que quem está dando a maior força ao Festival, inclusive pelo segundo ano consecutivo, o Deputado Estadual Vinícius Labanca por intermédio de Júnior Pocotó, então, mais do que nunca, este tipo de pessoa que se diz "do bem" vai estar sempre contra, o que chama a atenção é ele falar isso abertamente entre aspas, mas não sabe que já chegou pra nós esta informação, gente! não se iludam, tem muita pessoas querendo que nosso festival não aconteça, por isso cada vez mais é preciso UNIÃO. Temos tudo para este festival crescer mais ainda, principalmente ano que vem... Abraço e mais pra frente informarei quando vai ser a nossa segunda reunião, inclusive com a presença do Deputado.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Banda Plena Virtude

Tudo começa quando NaotoYamaoka e Ygor David se conhecem. Naoto, professor de Matemática e Física, e Ygor como seu aluno. Após algumas conversas, os dois tomam conhecimento de seu gosto pela música. Ygor se revela baterista, e ao ver Naoto cantando em uma roda de amigos, o convida para formar uma banda. Após uma longa procura Ygor e Naoto conhecem Eddie Santana. E logo se impressionam com o talento daquele que viria a se tornar o guitarrista da banda. Formando-se assim a primeira formação da banda (Naoto, Ygor, Eddie). Meses depois, com a necessidade de um baixista, surge a ideia de convidar o pai de Ygor,Cleber, para baixista da banda. A muito que a banda vinha procurando por um baixista pra completar a banda, e Cleber, como um músico experiente, inclusive em bandas bem sucedidas, era a opção perfeita. A banda permanece com os quatro integrantes por um tempo. Até que meses depois a banda se depara com um problema: Cleber viaja para África, e a banda estava agora sem baixista. Eis que após semanas de novas procuras, surge outro nome: João Carvalho. Já amigo de Eddie de longa data. Aparentemente era uma boa escolha, seria a salvação da banda, restava apenas um porém: Saber se João se adaptaria à banda. E após um encontro de Naoto com João, essa dúvida desaparecera. Durante o percurso, alguns nomes foram sugeridos para a banda. Ao todo a banda teve três nomes: Linckonect, Clean e Plena Virtude (atual). Um nome para cada formação de integrantes. As composições da banda são feitas principalmente por Ygor David. Atualmente a Banda é formada por: Naoto Yamaoka, no vocal e base, Edmilson “Eddie” Santana, na guitarra, João “Johnny” Carvalho, no baixo e Ygor David, na bateria.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

REUNIÃO COM AS BANDAS DIA 30 DE JUNHO

NO PRÓXIMO SÁBADO DIA 30 DE JUNHO HAVERÁ A REUNIÃO COM AS BANDAS, ALGUNS DETALHES QUE FALTARAM NA NOSSA PRIMEIRA REUNIÃO SERÃO ABORDADOS, FICA CERTO DE QUE NESSA REUNIÃO SERÁ TAMBÉM A ENTREGA DOS DOCUMENTOS QUE FORAM ENTREGUES AS BANDAS, O TERMO DE CIÊNCIA JUNTO COM OS DOCUMENTOS DE IDENTIDADE, CPF E COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA DA PESSOA QUE ASSINOU O TERMO DE CIÊNCIA, ALÉM DA FICHA DE INSCRIÇÃO DE CADA BANDA. A REUNIÃO SE DARÁ ÀS 14:00 HS NO MESMO LOCAL DO PRIMEIRO, OU SEJA, NO COLÉGIO DONA LEONOR PORTO E TEREMOS A PRESENÇA DO DEPUTADO ESTADUAL VINICIUS LABANCA, QUE DEVERÁ TOMAR A PALAVRA PARA CONHECER TODAS AS BANDAS E SEUS DETERMINADOS COMPONENTES, CONTAMOS COM TODOS SEM EXCEÇÃO, É PRECISO QUE TODOS NÃO FALTEM A ESTA REUNIÃO QUE DEVERÁ SER A ÚLTIMA ANTES DO EVENTO.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

A GUITARRA....

O nome guitarra refere-se a uma série de instrumentos de cordas dedilhadas, que possuem geralmente de 6 a 12 cordas tensionadas ao longo do instrumento e possuem um corpo com formato aproximado de um 8 (embora também existam em diversos outros formatos), além de um braço, sobre o qual as cordas passam, permitindo ao executante controlar a altura da nota produzida. Existem versões acústicas, que possuem caixa de ressonância e elétricas, que podem ou não possuir caixa de ressonância (ver: guitarra semiacústica), mas utilizam captadores e amplificadores para aumentar a intensidade sonora do instrumento.
As guitarras, bem como a maior parte dos instrumentos de cordas são construídas pelo luthier. O músico que a executa é chamado guitarrista.
Os músicos e musicólogos, o termo correto para este instrumento seria “guitarra” (em consonância com outras línguas), provavelmente com origem remota na palavra grega "kitara", que em tal língua designava instrumento antigo característico. Mas na língua portuguesa, o uso é completamente diverso.
O termo guitarra refere-se exclusivamente à guitarra elétrica e a palavra "violão" é usada para se referir tanto à guitarra clássica, como à guitarra acústica, esta segunda com cordas de 'nylon' ou mesmo com cordas de aço, como no caso do violão folk ou do violão Ovation. Os dois últimos são utilizados mais comumente por instrumentistas do gênero popular, enquanto os violões de nylon são preferidos pela maioria dos violonistas clássicos e adeptos do choro, do samba, da bossa nova e estilos musicais regionais.
Família das guitarras
O termo “guitarra” também é utilizado para se referir a famílias de instrumentos com algumas similaridedes, embora nem sempre com a mesma acepção. Para alguns autores, a família das guitarras engloba qualquer cordofone com braço e caixa de ressonância cujas cordas são beliscadas. Isso inclui instrumentos tais como:
· O alaúde,
· A balalaica,
· O bandolim,
· O banjo,
· O siamise,
· O sitar,
· O vina, etc.
Estrutura da guitarra
Toda guitarra, elétrica ou acústica, é composta basicamente das mesmas partes. A principal diferença entre elas está no corpo. As figuras abaixo mostram uma guitarra elétrica e uma acústica, com suas partes indicadas. A construção do baixo é semelhante à da guitarra elétrica. Para informações adicionais, consulte os artigos de cada uma das partes. Para as diferenças construtivas, consulte os artigos de cada variedade de guitarra.



1.      Cabeça, mão ou paleta.
2.      Pestana
3.      Cravelhas ou Tarraxas
4.      Trastes
5.      Tirante ou Tensor
6.      Marcação
7.      Braço
8.      Tróculo (Junta do braço)
9.      Corpo
10.  Captadores
12.  Cavalete (ou ponte)
13.  Protetor de tampo (ou escudo)
14.  Fundo
15.  Tampo
16.  Lateral ou faixas
17.  Abertura ou boca
18.  Cordas
19.  Rastilho
20.  Escala

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Banda Kràsis

Banda Kràsis: Seguindo o significado do nome da banda Kràsis (junção, mistura) o início foi justamente uma interação entre estilos e influencias diferentes de um grupo de amigos (Pablo, Kazé, Ton, Sandrinho e Helton) e sempre com incentivo e apoio do amigo e produtor cultural, Lula Braz que tornou possível os ensaios e reuniões dentro da Escola 10 de Agosto. O grupo inicia-se com objetivo de fazer música experimental e instrumental. No decorrer dos ensaios, surgiram novas ideias gerando o interesse da banda em divulgar sua mensagem através de suas letras, seguindo esse novo caminho, os componentes permanecentes (Pablo, Caze e Ton) passaram por um dos momentos mais criativos da banda, foi quando surgiram as principais músicas cantadas e elogiadas pelo publico, embora sempre ativos no processo de composição, os integrantes passaram algum tempo sem ensaios elétricos, enquanto procuravam com ansiedade o quarto músico, que completaria a formação desejada. Depois de algumas tentativas frustradas de encontrar alguém talentoso e com a mesma ideologia cultural da banda, surgiu numa rede de amigos em comum dos integrantes: Tarcílio, músico bastante experiente e com idéias peculiares e similares ao grupo, e depois, com muita conversa, pensamos em chamar o quinto componente para completar a cara dessa banda que foi Leandro, músico com muita experiência na sua ária e cheio de ideias para expor. É com essa formação que os músicos reverenciam esse diferencial no estilo musical, denominado de Loucura da Banda Krasis. Contatos : (81) 8618 0360 Pablo site: http://www.bandakrasisoficial.xpg.com.br Email: karkaraarmorial@hotmail.com.br You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=VtbjoLgXQuM&feature=player_embedded
A estrada da banda Káustico...

Surgida em meados de 2009, em São Lourenço da Mata/PE, a banda Káustico é uma reformulação da banda Nhá Malu (2007), onde antes fazia um som na linha Mangue Beat. Hoje, com influências do Rock, Punk, Blues, a banda Káustico após várias reformulações de integrantes segue a linha Rock Alternativo, com um quarteto composto por Carlos Félix (Vocal), Páblo Seixas (Baixo/Back), Davison (Guitarra) e Roque Duoxe da Banda Olhos Aquáticos (Bateria). Além da perceptível influência do Rock, nossas músicas retratam de forma bastante satírica e irônica os problemas sociais, que vão desde a política, criminalidade, miséria e enfim. Com uma demo intitulada como “Que Coisa Mais Sem Graça” e um mascote um “Palhaço”, a banda mostra para que veio. Além do projeto musical (banda), os integrantes possuem também um outro projeto paralelo surgido em 2009, intitulado como São Lourenço Alternativo organizado pela Sem Stress Produções e realizado na cidade de São Lourenço da Mata, onde reúne grupos populares e bandas alternativas da cidade e cidades circunvizinhas, para exposição de suas músicas e trabalhos.